Pílula anticoncepcional – mitos e verdades





Baseada na administração de hormônios, a pílula diária e outros métodos anticoncepcionais similares atuam “enganando” o organismo, simulando uma gravidez. Dessa forma, os ovários não produzem óvulos e a mulher pode evitar a concepção por um determinado período de tempo. Mas essa quantidade extra de hormônios é motivo de preocupação para muitas delas e, como percebo no consultório, ainda existem muitas dúvidas e confusões envolvendo seu uso.

Hoje, os métodos hormonais podem ser encontrados nas mais diversas formas - pílula, anel vaginal, adesivo, injeção. Com dosagens cada vez menores e sem prejudicar sua eficácia, os produtos disponíveis atualmente produzem efeitos colaterais menores e, com isso, a tendência natural foi que a procura por eles aumentasse.

Porém, muitas histórias ainda são inventadas sobre esses métodos anticoncepcionais. O primeiro mito a se desmascarar: não é preciso descansar por um espaço de tempo depois de seis meses, ou um ano, de pílula. Isso é até contra-indicado do ponto de vista fisiológico. Outro, é o de que pílula anticoncepcional pode gerar infertilidade. Após a interrupção dos métodos hormonais, os ciclos ovarianos voltam a assumir o seu antigo padrão cíclico normal. É possível, contudo, que sejam necessários três meses, em média, para que este retorno aconteça.

A verdade é que podem existir, sim, efeitos colaterais, bastante conhecidos das mulheres. Os principais são as cefaléias enxaquecóides, os enjôos, o ganho de peso, a diminuição da libido, a dor na mama, o inchaço e o surgimento de microvarizes. A boa notícia é que com os anticoncepcionais atuais, de baixa dosagem hormonal, os tais efeitos são bem mais raros.

Saiba que o anticoncepcional hormonal não atrapalha a vida fértil e pode ser usado até a menopausa. Vale ressaltar também não só a importância dos métodos que previnem a gravidez, mas também as doenças sexualmente transmissíveis (DST), que a cada dia ameaçam mais homens e mulheres. Por isso, camisinha sempre!

E atenção: alguns remédios como ansiolíticos, antiepiléticos, antidepressivos e alguns antibióticos podem diminuir a eficácia dos métodos hormonais. Consulte sempre um especialista antes de optar por qualquer tipo de método contraceptivo hormonal.

Por Dr. Humberto Tindó
Chefe do Serviço de Ginecologia e Obstetrícia do Hospital Quinta D'O


Opções de tratamento para miomas que buscam preservar a fertilidade





Trecho de matéria publicada na revista Sua Saúde, da Rede D'Or.

Miomectomia

A miomectomia consiste na retirada cirúrgica dos miomas uterinos com reconstrução e preservação do útero. Ela pode ser realizada de três maneiras diferentes. A mais tradicional é a miomectomia por laparotomia, feita por meio de uma incisão abdominal, na maioria das vezes similar a uma incisão de uma cesariana. Já a miomectomia por laparoscopia é realizada através de pequenas incisões na parede abdominal, sendo todo o procedimento monitorado por microcâmeras. A miomectomia por vídeo-histeroscopia é realizada de forma semelhante ao exame de vídeo-histeroscopia diagnóstica. No entanto, como se trata de cirurgia, com a realização de cortes no tecido do mioma, o procedimento é realizado sob anestesia e em ambiente hospitalar.

Por ser o tratamento conservador mais antigo, a miomectomia é a principal indicação de grande parte dos especialistas. De acordo com o Dr. Zelaquett, a técnica está extremamente desenvolvida, mas algumas ressalvas devem ser feitas para aquelas pacientes que desejam engravidar: “as miomectomias podem ameaçar a fertilidade, pois aumentam a incidência de aderências intra-abdominais e o risco de hemorragia intraoperatória, com consequente chance de ser preciso recorrer à histerectomia para contenção da hemorragia; além de que as miomectomias por laparotomia e laparoscopia, quando não realizadas com suturas uterinas adequadas, também apresentam risco de ruptura do útero em grávidas, devido à fragilidade que causam à parede uterina”, alerta.

Embolização

Surgida na década de 90, a embolização dos miomas uterinos é um procedimento minimamente invasivo que consiste na interrupção do fluxo sanguíneo que nutre o mioma. Ela é realizada por meio do cateterismo da artéria uterina e injeção de microesferas que se alojam especificamente nas artérias que nutrem os miomas. O cateter é introduzido por um pequeno furo na virilha, sem cortes, e é levado até as artérias que nutrem os miomas, com o auxílio de um equipamento de radiologia intervencionista.

Após a interrupção do fluxo sanguíneo, o mioma inicia um processo de degeneração lento e gradual. Esta degeneração é responsável pela redução dos sintomas causados pelos miomas, principalmente os hemorrágicos, e pela redução de até 70% do seu volume, reduzindo também os sintomas compressivos.

Na embolização dos miomas uterinos, o risco de aderências e de hemorragias é praticamente inexistente. Mas o ginecologista lembra que esse procedimento tem se mostrado uma opção somente quando os riscos apresentados pela miomectomia são bastante elevados: “a embolização sempre confere algum risco, ainda que muito pequeno, de comprometimento do endométrio (camada mais interna do útero) e dos ovários”, diz o Dr, Michel.

ExAblate

O ExAblate, trata os miomas de forma não invasiva. A técnica consiste no acoplamento de duas tecnologias: a ressonância magnética e o ultrassom de alta energia, para necrosar o tecido do mioma pelo calor. A ressonância magnética define o alvo, controla e monitoriza em tempo real o procedimento e o ultrassom emite ondas de alta energia focalizadas no alvo, o que leva à inativação do tecido do mioma (ablação), sem cortes. A grande vantagem deste tratamento está em possuir um índice baixíssimo de complicações.

No caso do tratamento com ExAblate em mulheres que ainda desejam engravidar, o Dr. Zelaquett ressalta que a indicação deve ser cuidadosamente avaliada. Apesar de já existirem inúmeros episódios de gravidez em todo o mundo, o procedimento só deve ser realizado quando os riscos da cirurgia de miomectomia superam seus benefícios. “Apesar de ter eficácia reconhecida, por ser um dispositivo relativamente novo, ainda não temos bases estatísticas para compará-lo aos demais tratamentos. O médico ressalta, contudo, que evidências têm sugerido que, muito em breve, a ablação dos miomas por ultrassom focalizado poderá ser eleita como mais uma alternativa para o tratamento dos miomas em mulheres que desejam engravidar.

Consertando Sombras e Blush quebrados






Mês passado meu blush favorito havia quebrado sozinho dentro da minha bolsinha de maquiagem, né. quase tive um troço...mas tbm lembrei que uma vez eu tinha visto - acho que no programa do Gugu, ou Eliana, tanto faz - ensinando como consertar sombras quebradas... lembrava vagamente da matéria e achava que era feito com alcool, mas não tinha ctz... com medo de fazer cagada e estragar de vez meu blush querido, resolvi pedir ajuda ao santo google de nós todos... e como ele nunca nos deixa na mão, achei algumas matérias sobre como consertar nossos mimos... e resolvi postar como primeira matéria deste blog, ate porqe ninguém tem bola de cristal p. adivinhar quando o nosso blush ou sombra preferidos vão quebrar, principalmente se arrumando p. noitada (a Giih que o diga, quando quebrei o blush coral dela x.x rs')... e nada como um truquezinho desses para nos salvar :D
e o melhor é que o produto não perde nenhuma propriedade como pigmentação ou durabilidade. Lavou, tá novo!
Então vamos lá!

Abaixo segue o video com a explicação toda, passo-a-passo.
Você vai precisar de: álcool, uma colher e o blush quebrado.



O final da história do meu blush é bem feliz :D
eu fiz e deu certíssimo, e super indico...
espero que tenham gostado,
Beijos





Saiba como tratar o corrimento vaginal de forma adequada





O corrimento vaginal é uma secreção natural do organismo feminino, que pode variar em quantidade, de acordo com o ciclo menstrual. Ele nada mais é do que material de algumas glândulas do aparelho reprodutor feminino, junto com a descamação de células e bactérias da flora vaginal. Um processo natural do corpo, muito comum nos anos em que a mulher está apta para a reprodução.

Algumas vezes, esse fluxo vaginal pode sofrer alterações e ter seu volume aumentado, devido a outros fatores, tornando-se incômodo, constrangedor e, principalmente, um sinal de que alguma coisa na saúde não vai bem e precisa ser cuidada. Essas alterações podem não se limitar à intensidade do fluxo, sendo muitas vezes acompanhadas de odor desagradável, coceiras, ardor ou vontade aumentada de urinar. Quando o corrimento vaginal apresenta alguma dessas modificações, ele é chamado de leucorréia, vaginite ou vulvovaginite, e representa uma das causas mais freqüentes de consultas ao ginecologista.

Os motivos mais comuns da vaginite são as infecções vaginais, infecções de colo de útero e as doenças sexualmente transmissíveis. Doenças como candidíase, tricomoníase, bactérias, herpes, câncer e sífilis, além do uso de roupas sintéticas, amaciantes, papel higiênico e sabonetes perfumados podem estar ligados ao surgimento da doença, por provocarem a inflamação ou contaminação da flora vaginal. Também mudanças hormonais e até mesmo a gravidez podem ser causas de corrimento.

Por isso, o tratamento certo para o corrimento vaginal varia de acordo com cada caso. A princípio, o diagnóstico é iniciado com a avaliação do histórico sexual e dos hábitos da mulher. Depois, seguem-se exames ginecológicos (Papanicolau, laboratoriais, etc), para que o médico possa identificar de fato o que está acontecendo e o distúrbio possa ser tratado adequadamente. Em algumas situações, o tratamento do parceiro também é indicado, para evitar a possibilidade de reinfecção. Às vezes, uma simples mudança de hábitos é a solução, como a troca de algum sabonete e até mesmo absorventes, pois algumas substâncias químicas encontradas nessas substâncias podem causar irritação e desconforto.

Durante a infância, é frequente a incidência de vaginites inespecíficas, geradas por uma higiene inadequada e pela maneira incorreta de realizar a higiene após evacuar. Já na menopausa, assim como na gravidez, a alteração hormonal deixa a mulher mais suscetível a agressões externas e propensa às vaginites.

No sinal de qualquer uma dessas alterações, a mulher deve procurar imediatamente seu ginecologista, para que a causa do problema seja diagnosticada, tratada e as conseqüências reduzidas. Outra dica importante é sempre estar atento às medidas de profilaxia, ou seja, que previnem as patologias, como o uso de preservativos, higiene adequada e exames ginecológicos com a frequencia recomendada pelo médico.

Por Dr. Humberto Tindó
Coordenador de Ginecologia e Obstetrícia do Hospital Quinta D'Or

Como escolher o modelo de saia


Tudo sobre os modelos de saia para você acertar na escolha
As saias vêm com tudo nesse verão, usá-las em dias quentes além de aliviar o calor, deixa a mulher mais feminina e elegante com as pernas à mostra. As grandes apostas nesta estação são as micro saias, mas esses modelos só são permitidos para as magras de pernas finas. As mulheres de pernas grossas devem usar saias mais compridas, para não criar um visual vulgar.
Mulheres mais velhas ficam mais elegantes com saias de comprimento acima dos joelhos. Para que seu corpo seja valorizado, é preciso escolher o modelo de saia ideal, que mais se encaixe com as suas medidas. Confira algumas dicas para acertar na escolha. Saia lápis
A saia lápis ou saia longuete é perfeita para as altas e magras, pois seu corte é reto e ajustado ao corpo. Para quem é baixinha, está acima do peso ou possui o quadril largo, não é aconselhável usar este modelo, pois achata a silhueta e marca muito o corpo. Podem abusar da saia lápis, especialmente o modelo com o cós alto, as mulheres com as medias do busto e quadril semelhantes e sem cintura definida.
Saia godê

A saia godê equilibra a silhueta, criando certo volume na parte inferior do corpo, o que é uma ótima opção para mulheres que possuem os ombros largos e quadril estreito. Por ser uma saia mais solta, pode ser usada quem possui as coxas grossas e o quadril largo. Ela disfarça as medidas maiores, desde que o modelo não seja muito volumoso. Saia evasê
A saia evasê é tradicional e elegante, próprio para mulheres com quadril mais largo. O modelo começa ajustado ao corpo e termina abrindo na altura dos joelhos, isso ajuda a disfarçar as medidas e suavizar as curvas. As mulheres acima do peso devem evitar os modelos com pregas e um pouco mais retos para não criar volumes visuais. Prefira os modelos mais compridos, e se as coxas forem muito grossas, escolher os estilos mais próximos aos joelhos e um salto alto.
Saia balonê
O modelo balonê é o preferido das mulheres mais jovens. Seu estilo mais delicado, franzido e abalonado, aumenta o volume do quadril e da barriga, o que é ótimo para as magras que querem ganhar mais curvas. Se você for alta, prefira a saia balonê até o joelho e se for baixa, invista nos modelos em cima da coxa. Durante o dia use tecidos mais leves como a malha e invista no cetim à noite.
Saia plissada
A saia plissada aumenta o quadril e é uma boa alternativa para quem possui quadril estreito. O modelo fica bem tanto em festas como no trabalho, é só saber escolher o tecido certo para cada ocasião.
Saia envelope
O modelo de saia envelope é apenas uma faixa de tecido enrolado em volta do corpo e preso por um botão ou fita. Para não ocorrer problemas na hora de abrir, este modelo deve estar em um tamanho correto, garantindo ainda um bom caimento. Pode ser usada em qualquer ocasião. Mulheres acima do peso devem usar a saia envelope com comprimento de dois dedos acima do joelho, as baixas podem usar a saia envelope em versão mais curta.
Saia tulipa
A saia abaulada ou saia tulipa tem um modelo volumoso na cintura e é mais estreita na barra. Tem pregas ou franzidos na parte superior, é reta embaixo. Não é permitido para quem tem seios e quadril volumosos, nem para quem está acima do peso, já que acrescenta volume no abdômen e dá um efeito exagerado ao visual. Quem tem o corpo retangular ou em formato de ampulheta podem apostar em cheio no visual, pois dá volume ao quadril e impressão de formas curvilíneas. Minissaia
A minissaia é um modelo que pede de cautela para ser usado, é preciso estar com as pernas e o quadril em ordem e dependendo da ocasião, ela pode se tornar vulgar. Evite usar com salto alto, blusas curtas ou muito decotadas. Invista na minissaia combinando com rasteiras, chinelos e sandálias baixas. Abuse da mini em dias de sol, principalmente na praia.


fonte:http://www.dicasdemulher.com.br/como-escolher-o-modelo-de-saia-ideal


Como fazer o auto exame da mama


Como fazer o auto exame da mama:
  •  De frente para o espelho, sem roupa, com as mãos na cintura, observe as mamas e veja se são iguais
  • Com as mãos para cima observe se as mamas são iguais, se os mamilos estão na mesma altura 
  • Coloque a mão direita na nuca e com a outra palpe a mama direita com movimentos circulares procurando por caroços
  • Faça uma pressão suave com os dedos nos mamilos e na auréola observando se sai algum líquido 
  • Coloque a mão debaixo do braço, na axila, indo em direção à mama e faça movimentos circulares procurando por caroços ou alguma sensação estranha 
  • Deitada na cama, coloque a mão direita na nuca e com a outra faça toda a palpação da mama e da axila direita 
  • Repita todo o processo na mama esquerda Todas as mulheres após os 20 anos (com caso de câncer na família) e 40 anos (sem caso de câncer da família) devem realizar o auto exame da mama uma vês por mês, para prevenir e diagnosticar precocemente o câncer de mama.

como acertar no soutien

Siga nossas cinco dicas simples e originais para encontrar a peça que deixará seus seios ainda mais bonitos
















1 - Tenha diferentes modelos

Essa é a primeira regra para não usar a lingerie errada. Afinal, você também é dona de vários tipos de blusa, certo? A solução é ter dois sutiãs com alças normais (um escuro e um claro, de preferência caramelo, que não marca a roupa), um tomara-que-caia, um frente única e um top nadador. Ok, nós sabemos que eles não são exatamente baratos, mas ter esses modelos é um investimento e tanto para estar sempre bonita. Não há nada que deixe um look mais deselegante do que o sutiã errado.


2 - Saiba seu tamanho

Pode parecer um disparate dizer que você não sabe o tamanho certo. Mas isso é mais comum do que se imagina, pois o volume dos seios muda conforme o tempo - assim como o resto do corpo se transforma. Ou seja, não acredite simplesmente que você é um 40. Outro ponto importante: compre peças que sirvam quando fechadas no ganchinho mais apertado. Elas vão acabar lasseando depois.

3 - Experimente sem dó

Comprar a lingerie perfeita é como encontrar o homem certo: você vai precisar tentar muitos errados para achar o ideal! E nem pense em usar velhos truques para valorizar o corpo, como comprar um dois números maiores na tentativa de 'aumentar' o peito. Esse tipo de coisa nunca funciona! Preste atenção nos seguintes fatores quando for provar: o alcance da alça; o tamanho da barra lateral; a flexibilidade do araminho do bojo; a forma do tecido... Vá com bastante tempo, sem pressa, e gaste horas dentro do provador experimentando sob as blusinhas


4 - Junte conforto e sustentação

Esse é um grande dilema. Muitas mulheres acham que é preciso optar entre a peça mais aconchegante e aquela que realmente levanta os seios. Pois fique sabendo que é possível, sim, ter as duas coisas no mesmo modelo. Aliás, recomenda-se exatamente isso, já que o sutiã certo, além de melhorar seu estilo, ajuda sua postura e, consequentemente, sua saúde. Para quem não gosta daqueles com arames, há outros que têm a sustentação do próprio pano, com a barra mais larga embaixo. Mas o bojo do tamanho certo não deve machucar seu busto. Para encontrar a peça perfeita, faça alguns movimentos. Exemplos: levante os braços para cima (para checar se seus seios não sairão por baixo), veja se a barra de trás sobe quando você se mexe (se sim, ele está muito grande) e curve-se para ver se o peito continuará dentro do bojo.

5 - Analise bem a peça

Quando estiver prestes a levar o sutiã para o caixa, considere quatro coisas muito importantes. As alças não devem ficar ajustadas no limite do apertado - isso significa que ele é maior do que deveria ser. O arame do bojo tem de se acomodar confortavelmente em volta dos peitos (e não entrar na pele). O correto é que o centro do sutiã, onde costuma ficar o lacinho, esteja nivelado ao osso. Assim como o bojo deve cobrir grande parte do seio.


















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