Guia do pré-natal - lista de exames




Para as grávidas e futuras mamães, essa é a lista de exames que monitoram a gestação e o desenvolvimento do bebê e deve ser seguida por todas. Além destes, em cada visita ao médico, também são observados peso, pressão arterial e altura do útero.

Mês 1 - Tipagem de sangue ABO e Rh; hemograma; e testes para diabetes, sífilis, toxoplasmose, citomegalovirus, rubéola, hepatites, herpes, HIV 1 e 2, e urina.

Mês 2 - Ultrassonografia transvaginal – Feita bem no início da gestação, entre a 6ª e a 8ª semana, verifica a possibilidade de gestação múltipla e se o embrião está bem implantado no útero. É a melhor ultrassonografia para estabelecer idade gestacional.

Mês 3 - Ultrassom – Feito entre a 11ª a 13ª semana para investigação de marcadores que sinalizem para alterações genéticas, tais como translucência nucal, osso nasal e ducto venoso.

Mês 4 – Amniocentese e biópsia de vilocorial – Podem ser indicados para gestantes acima dos 35 anos, ou que tenham histórico familiar de doenças cromossômicas.

Mês 5 – Ultrassom morfológico – Com ele é possível visualizar o feto detalhadamente; ecocardiografia fetal – Para investigação de problemas cardíacos congênitos.

Mês 6 – Exame de sobrecarga de glicose (GPD) – Exame solicitado para avaliar a presença de diabetes gestacional; ultrassom com Doppler – acompanhamento do crescimento e desenvolvimento fetal, assim como da função da placenta.

Meses 7 e 8 - Ultrassonografia – Exame rotineiro, para estimar o peso do bebê, verificar a quantidade de líquido amniótico e o funcionamento da placenta.

Mês 9 – Ultrassonografia – Último exame realizado (normalmente entre a 36ª e a 39ª semanas), para estimar o peso do bebê, a quantidade de líquido amniótico e o funcionamento da placenta, assim como para avaliar o posicionamento do bebê. Pode ser feita junto com a cardiotocografia basal, formando o que os especialistas chamam de perfil biofísico fetal, capaz de avaliar o bem-estar do bebê dentro do útero.

Por Dr. Humberto Tindó
Coordenador de Ginecologia e Obstetrícia do Hospital Quinta D'Orr
Reprodução

Dicas de Como Combinar suas Roupas


Quem nunca ficou em dúvida sobre que roupa comprar? Ou então diante de um armário cheio, exclamou que não tinha o que vestir? Nem sempre escolher um look que combine com você e com a ocasião em que irá é uma tarefa fácil. Mas algumas atitudes simples podem ajudá-la tanto no dia a dia quanto em eventos especiais. E quem dá as dicas é Arlindo Grund, especialista em repaginar o visual das mulheres.
Cores
Nem só de tons sóbrios são feitas as peças de inverno. Usar cores fortes nas estações frias é tendência.
Truque:
 “o verde-cítrico, o pink ou azul turquesa se misturam a tons terrosos e formam uma linda combinação. Mais alegre que essas cores quase impossível”.



Reutilizáveis
Sim, é possível adaptar roupas do verão em combinações quentinhas para essa época do ano.
Truque:
 “uma camiseta de algodão ganha bossa com um blazer de lã e um cachecol de tricô”.
Cinturinha
Use a moda a seu favor para esconder aquela barriguinha indesejável. A forma mais básica de se fazer isso é criar duas linhas verticais no centro do corpo.
Truque:
 “você consegue esse efeito com sobreposição de camisa e blazer, ou casacos com abotoamento duplo”.
Disfarce
Se o problema são quadris largos, também dá para disfarçá-los com roupas adequadas.
Truque:
 “a dica é usar tons escuros nos quadris e chamar atenção para a parte de cima do corpo, tirando a área que quer esconder do foco”.
Em Alta
Alguns itens que podem cair de moda são tão lindos que é difícil resistir. Entre eles estão o maxi-colar e o macacão.
Truque
: “para o inverno o macacão parece ser a peça-chave mais forte. Ela aparece em várias modelagens e tecidos. Então veja qual cai melhor em seu corpo e arrase. Para usar os acessórios da moda, que são o maxi, opte por produções mais calmas e, para seguir uma tendência, pode ser monocromática”.




Acessórios
Se você tem um estilo mais básico, uma boa opção para ficar na moda é optar pelos acessórios. Cachecóis, chapéus e boinas, além de esquentarem, são ótimas opções para deixar você ainda mais elegante.
Truque:
 “o que vale é o bom senso. Se você tem pescoço curto e quer usar cachecol, crie uma gola V e deixe-o mais solto”.
Investimentos
As roupas e sapatos de inverno, em geral, costumam ser mais caros. Então, se estiver em dúvida sobre o que adquirir, opte por peças atemporais, que podem ser usadas por muitos anos.
Truque:
 “um bom casaco de lã, um blazer, uma jaqueta de couro ou um par de botas de montaria vale a pena”.

Pílula anticoncepcional – mitos e verdades





Baseada na administração de hormônios, a pílula diária e outros métodos anticoncepcionais similares atuam “enganando” o organismo, simulando uma gravidez. Dessa forma, os ovários não produzem óvulos e a mulher pode evitar a concepção por um determinado período de tempo. Mas essa quantidade extra de hormônios é motivo de preocupação para muitas delas e, como percebo no consultório, ainda existem muitas dúvidas e confusões envolvendo seu uso.

Hoje, os métodos hormonais podem ser encontrados nas mais diversas formas - pílula, anel vaginal, adesivo, injeção. Com dosagens cada vez menores e sem prejudicar sua eficácia, os produtos disponíveis atualmente produzem efeitos colaterais menores e, com isso, a tendência natural foi que a procura por eles aumentasse.

Porém, muitas histórias ainda são inventadas sobre esses métodos anticoncepcionais. O primeiro mito a se desmascarar: não é preciso descansar por um espaço de tempo depois de seis meses, ou um ano, de pílula. Isso é até contra-indicado do ponto de vista fisiológico. Outro, é o de que pílula anticoncepcional pode gerar infertilidade. Após a interrupção dos métodos hormonais, os ciclos ovarianos voltam a assumir o seu antigo padrão cíclico normal. É possível, contudo, que sejam necessários três meses, em média, para que este retorno aconteça.

A verdade é que podem existir, sim, efeitos colaterais, bastante conhecidos das mulheres. Os principais são as cefaléias enxaquecóides, os enjôos, o ganho de peso, a diminuição da libido, a dor na mama, o inchaço e o surgimento de microvarizes. A boa notícia é que com os anticoncepcionais atuais, de baixa dosagem hormonal, os tais efeitos são bem mais raros.

Saiba que o anticoncepcional hormonal não atrapalha a vida fértil e pode ser usado até a menopausa. Vale ressaltar também não só a importância dos métodos que previnem a gravidez, mas também as doenças sexualmente transmissíveis (DST), que a cada dia ameaçam mais homens e mulheres. Por isso, camisinha sempre!

E atenção: alguns remédios como ansiolíticos, antiepiléticos, antidepressivos e alguns antibióticos podem diminuir a eficácia dos métodos hormonais. Consulte sempre um especialista antes de optar por qualquer tipo de método contraceptivo hormonal.

Por Dr. Humberto Tindó
Chefe do Serviço de Ginecologia e Obstetrícia do Hospital Quinta D'O


Opções de tratamento para miomas que buscam preservar a fertilidade





Trecho de matéria publicada na revista Sua Saúde, da Rede D'Or.

Miomectomia

A miomectomia consiste na retirada cirúrgica dos miomas uterinos com reconstrução e preservação do útero. Ela pode ser realizada de três maneiras diferentes. A mais tradicional é a miomectomia por laparotomia, feita por meio de uma incisão abdominal, na maioria das vezes similar a uma incisão de uma cesariana. Já a miomectomia por laparoscopia é realizada através de pequenas incisões na parede abdominal, sendo todo o procedimento monitorado por microcâmeras. A miomectomia por vídeo-histeroscopia é realizada de forma semelhante ao exame de vídeo-histeroscopia diagnóstica. No entanto, como se trata de cirurgia, com a realização de cortes no tecido do mioma, o procedimento é realizado sob anestesia e em ambiente hospitalar.

Por ser o tratamento conservador mais antigo, a miomectomia é a principal indicação de grande parte dos especialistas. De acordo com o Dr. Zelaquett, a técnica está extremamente desenvolvida, mas algumas ressalvas devem ser feitas para aquelas pacientes que desejam engravidar: “as miomectomias podem ameaçar a fertilidade, pois aumentam a incidência de aderências intra-abdominais e o risco de hemorragia intraoperatória, com consequente chance de ser preciso recorrer à histerectomia para contenção da hemorragia; além de que as miomectomias por laparotomia e laparoscopia, quando não realizadas com suturas uterinas adequadas, também apresentam risco de ruptura do útero em grávidas, devido à fragilidade que causam à parede uterina”, alerta.

Embolização

Surgida na década de 90, a embolização dos miomas uterinos é um procedimento minimamente invasivo que consiste na interrupção do fluxo sanguíneo que nutre o mioma. Ela é realizada por meio do cateterismo da artéria uterina e injeção de microesferas que se alojam especificamente nas artérias que nutrem os miomas. O cateter é introduzido por um pequeno furo na virilha, sem cortes, e é levado até as artérias que nutrem os miomas, com o auxílio de um equipamento de radiologia intervencionista.

Após a interrupção do fluxo sanguíneo, o mioma inicia um processo de degeneração lento e gradual. Esta degeneração é responsável pela redução dos sintomas causados pelos miomas, principalmente os hemorrágicos, e pela redução de até 70% do seu volume, reduzindo também os sintomas compressivos.

Na embolização dos miomas uterinos, o risco de aderências e de hemorragias é praticamente inexistente. Mas o ginecologista lembra que esse procedimento tem se mostrado uma opção somente quando os riscos apresentados pela miomectomia são bastante elevados: “a embolização sempre confere algum risco, ainda que muito pequeno, de comprometimento do endométrio (camada mais interna do útero) e dos ovários”, diz o Dr, Michel.

ExAblate

O ExAblate, trata os miomas de forma não invasiva. A técnica consiste no acoplamento de duas tecnologias: a ressonância magnética e o ultrassom de alta energia, para necrosar o tecido do mioma pelo calor. A ressonância magnética define o alvo, controla e monitoriza em tempo real o procedimento e o ultrassom emite ondas de alta energia focalizadas no alvo, o que leva à inativação do tecido do mioma (ablação), sem cortes. A grande vantagem deste tratamento está em possuir um índice baixíssimo de complicações.

No caso do tratamento com ExAblate em mulheres que ainda desejam engravidar, o Dr. Zelaquett ressalta que a indicação deve ser cuidadosamente avaliada. Apesar de já existirem inúmeros episódios de gravidez em todo o mundo, o procedimento só deve ser realizado quando os riscos da cirurgia de miomectomia superam seus benefícios. “Apesar de ter eficácia reconhecida, por ser um dispositivo relativamente novo, ainda não temos bases estatísticas para compará-lo aos demais tratamentos. O médico ressalta, contudo, que evidências têm sugerido que, muito em breve, a ablação dos miomas por ultrassom focalizado poderá ser eleita como mais uma alternativa para o tratamento dos miomas em mulheres que desejam engravidar.

Consertando Sombras e Blush quebrados






Mês passado meu blush favorito havia quebrado sozinho dentro da minha bolsinha de maquiagem, né. quase tive um troço...mas tbm lembrei que uma vez eu tinha visto - acho que no programa do Gugu, ou Eliana, tanto faz - ensinando como consertar sombras quebradas... lembrava vagamente da matéria e achava que era feito com alcool, mas não tinha ctz... com medo de fazer cagada e estragar de vez meu blush querido, resolvi pedir ajuda ao santo google de nós todos... e como ele nunca nos deixa na mão, achei algumas matérias sobre como consertar nossos mimos... e resolvi postar como primeira matéria deste blog, ate porqe ninguém tem bola de cristal p. adivinhar quando o nosso blush ou sombra preferidos vão quebrar, principalmente se arrumando p. noitada (a Giih que o diga, quando quebrei o blush coral dela x.x rs')... e nada como um truquezinho desses para nos salvar :D
e o melhor é que o produto não perde nenhuma propriedade como pigmentação ou durabilidade. Lavou, tá novo!
Então vamos lá!

Abaixo segue o video com a explicação toda, passo-a-passo.
Você vai precisar de: álcool, uma colher e o blush quebrado.



O final da história do meu blush é bem feliz :D
eu fiz e deu certíssimo, e super indico...
espero que tenham gostado,
Beijos





Saiba como tratar o corrimento vaginal de forma adequada





O corrimento vaginal é uma secreção natural do organismo feminino, que pode variar em quantidade, de acordo com o ciclo menstrual. Ele nada mais é do que material de algumas glândulas do aparelho reprodutor feminino, junto com a descamação de células e bactérias da flora vaginal. Um processo natural do corpo, muito comum nos anos em que a mulher está apta para a reprodução.

Algumas vezes, esse fluxo vaginal pode sofrer alterações e ter seu volume aumentado, devido a outros fatores, tornando-se incômodo, constrangedor e, principalmente, um sinal de que alguma coisa na saúde não vai bem e precisa ser cuidada. Essas alterações podem não se limitar à intensidade do fluxo, sendo muitas vezes acompanhadas de odor desagradável, coceiras, ardor ou vontade aumentada de urinar. Quando o corrimento vaginal apresenta alguma dessas modificações, ele é chamado de leucorréia, vaginite ou vulvovaginite, e representa uma das causas mais freqüentes de consultas ao ginecologista.

Os motivos mais comuns da vaginite são as infecções vaginais, infecções de colo de útero e as doenças sexualmente transmissíveis. Doenças como candidíase, tricomoníase, bactérias, herpes, câncer e sífilis, além do uso de roupas sintéticas, amaciantes, papel higiênico e sabonetes perfumados podem estar ligados ao surgimento da doença, por provocarem a inflamação ou contaminação da flora vaginal. Também mudanças hormonais e até mesmo a gravidez podem ser causas de corrimento.

Por isso, o tratamento certo para o corrimento vaginal varia de acordo com cada caso. A princípio, o diagnóstico é iniciado com a avaliação do histórico sexual e dos hábitos da mulher. Depois, seguem-se exames ginecológicos (Papanicolau, laboratoriais, etc), para que o médico possa identificar de fato o que está acontecendo e o distúrbio possa ser tratado adequadamente. Em algumas situações, o tratamento do parceiro também é indicado, para evitar a possibilidade de reinfecção. Às vezes, uma simples mudança de hábitos é a solução, como a troca de algum sabonete e até mesmo absorventes, pois algumas substâncias químicas encontradas nessas substâncias podem causar irritação e desconforto.

Durante a infância, é frequente a incidência de vaginites inespecíficas, geradas por uma higiene inadequada e pela maneira incorreta de realizar a higiene após evacuar. Já na menopausa, assim como na gravidez, a alteração hormonal deixa a mulher mais suscetível a agressões externas e propensa às vaginites.

No sinal de qualquer uma dessas alterações, a mulher deve procurar imediatamente seu ginecologista, para que a causa do problema seja diagnosticada, tratada e as conseqüências reduzidas. Outra dica importante é sempre estar atento às medidas de profilaxia, ou seja, que previnem as patologias, como o uso de preservativos, higiene adequada e exames ginecológicos com a frequencia recomendada pelo médico.

Por Dr. Humberto Tindó
Coordenador de Ginecologia e Obstetrícia do Hospital Quinta D'Or

Como escolher o modelo de saia


Tudo sobre os modelos de saia para você acertar na escolha
As saias vêm com tudo nesse verão, usá-las em dias quentes além de aliviar o calor, deixa a mulher mais feminina e elegante com as pernas à mostra. As grandes apostas nesta estação são as micro saias, mas esses modelos só são permitidos para as magras de pernas finas. As mulheres de pernas grossas devem usar saias mais compridas, para não criar um visual vulgar.
Mulheres mais velhas ficam mais elegantes com saias de comprimento acima dos joelhos. Para que seu corpo seja valorizado, é preciso escolher o modelo de saia ideal, que mais se encaixe com as suas medidas. Confira algumas dicas para acertar na escolha. Saia lápis
A saia lápis ou saia longuete é perfeita para as altas e magras, pois seu corte é reto e ajustado ao corpo. Para quem é baixinha, está acima do peso ou possui o quadril largo, não é aconselhável usar este modelo, pois achata a silhueta e marca muito o corpo. Podem abusar da saia lápis, especialmente o modelo com o cós alto, as mulheres com as medias do busto e quadril semelhantes e sem cintura definida.
Saia godê

A saia godê equilibra a silhueta, criando certo volume na parte inferior do corpo, o que é uma ótima opção para mulheres que possuem os ombros largos e quadril estreito. Por ser uma saia mais solta, pode ser usada quem possui as coxas grossas e o quadril largo. Ela disfarça as medidas maiores, desde que o modelo não seja muito volumoso. Saia evasê
A saia evasê é tradicional e elegante, próprio para mulheres com quadril mais largo. O modelo começa ajustado ao corpo e termina abrindo na altura dos joelhos, isso ajuda a disfarçar as medidas e suavizar as curvas. As mulheres acima do peso devem evitar os modelos com pregas e um pouco mais retos para não criar volumes visuais. Prefira os modelos mais compridos, e se as coxas forem muito grossas, escolher os estilos mais próximos aos joelhos e um salto alto.
Saia balonê
O modelo balonê é o preferido das mulheres mais jovens. Seu estilo mais delicado, franzido e abalonado, aumenta o volume do quadril e da barriga, o que é ótimo para as magras que querem ganhar mais curvas. Se você for alta, prefira a saia balonê até o joelho e se for baixa, invista nos modelos em cima da coxa. Durante o dia use tecidos mais leves como a malha e invista no cetim à noite.
Saia plissada
A saia plissada aumenta o quadril e é uma boa alternativa para quem possui quadril estreito. O modelo fica bem tanto em festas como no trabalho, é só saber escolher o tecido certo para cada ocasião.
Saia envelope
O modelo de saia envelope é apenas uma faixa de tecido enrolado em volta do corpo e preso por um botão ou fita. Para não ocorrer problemas na hora de abrir, este modelo deve estar em um tamanho correto, garantindo ainda um bom caimento. Pode ser usada em qualquer ocasião. Mulheres acima do peso devem usar a saia envelope com comprimento de dois dedos acima do joelho, as baixas podem usar a saia envelope em versão mais curta.
Saia tulipa
A saia abaulada ou saia tulipa tem um modelo volumoso na cintura e é mais estreita na barra. Tem pregas ou franzidos na parte superior, é reta embaixo. Não é permitido para quem tem seios e quadril volumosos, nem para quem está acima do peso, já que acrescenta volume no abdômen e dá um efeito exagerado ao visual. Quem tem o corpo retangular ou em formato de ampulheta podem apostar em cheio no visual, pois dá volume ao quadril e impressão de formas curvilíneas. Minissaia
A minissaia é um modelo que pede de cautela para ser usado, é preciso estar com as pernas e o quadril em ordem e dependendo da ocasião, ela pode se tornar vulgar. Evite usar com salto alto, blusas curtas ou muito decotadas. Invista na minissaia combinando com rasteiras, chinelos e sandálias baixas. Abuse da mini em dias de sol, principalmente na praia.


fonte:http://www.dicasdemulher.com.br/como-escolher-o-modelo-de-saia-ideal


links

Related Posts Plugin for WordPress, Blogger...

Post

 
Boutique abusada © 2013 Traduzido Por: Nippon Press