Como lavar roupa íntima




Lingerie pode ameaçar a saúde íntima da mulher

Uma calcinha mal lavada pode gerar infecções e até transmitir o HPV

Escolher a lingerie costuma ser uma festa, mas na hora de cuidar das delicadas roupas íntimas as dúvidas aparecem. Pode lavar no chuveiro? Pode passar amaciante? Precisa passar a ferro? Tratam-se de perguntas bem pertinentes, já que os hábitos podem afetar diretamente a saúde da mulher.
"A lavagem de uma calcinha, por exemplo, quando realizada de forma incorreta, pode causar o aparecimento de fungos e bactérias, o que eleva as chances de infecções vaginais e outros problemas, como corrimentos.
Lavagem segura
Durante o banho, os sabonetes comuns ou específicos para lingeries podem servir de apoio para uma pré-higienização, porém, a lavagem convencional deve ocorrer novamente antes que as peças sejam colocadas para secar.

O uso tanto de sabão em pó quanto do amaciante representam uma ameaça mínima para desencadear processos alérgicos. "Mas, diante de qualquer problema, é preciso consultar um especialista".


Secagem sem riscos
O ideal é passar a calcinha depois que já estiver seca, caso contrário, é preciso tomar alguns cuidados como não deixar a peça exposta no varal e pendurá-la do lado avesso para não ficar sujeita a nenhuma contaminação. "O maior aliado para evitar a proliferação de fungos e bactérias é o ferro de passar. A temperatura alta ajuda a eliminar esses micro-organismos".
É novinha
Já pensou alguma vez em usar a calcinha recém-comprada sem ter que se dar ao trabalho de lavar antes? Essa atitude pode ser muito prejudicial. "A peça pode ter sido experimentada por várias pessoas e, assim, transmitir doenças e até mesmo o vírus do HPV, que pode levar ao câncer de colo do útero".
Mesmo não apresentando tantos perigos como as peças de baixo, os sutiãs também precisam de atenção. O principal cuidado é ser lavado antes do primeiro uso e evitar a secagem em lugares muito expostos. "É mais difícil acontecer, mas existem alguns casos de contaminação por bactérias.






Instruções para lavagem correta de lingeries
Higienizando a roupa íntima

    1.A roupa íntima precisa de cuidados especiais na hora de serem lavadas, pois a higienização mal feita pode causar irritação e em casos mais graves até infecção. Segundo a organizadora Ana Claudia Krone, a máquina de lavar não é recomendada na hora de lavar essas peças, um dos motivos é o contato prolongado com partes úmidas, ambiente favorável para a proliferação de fungos e bactérias, o recomendado é utilizar produtos específicos para esse tipo de roupa, no mercado existem vários, como o Higicalcinha, que serve também para lavar cuecas.
        2.Mistura de peças
          Evite misturar a roupa íntima com outras peças do vestuário na hora da lavagem, pois cada tipo de roupa exige cuidados diferentes. As peças de lycra não devem ser misturadas com as feitas de algodão, pois isso diminui seu tempo de uso, separe as roupas íntimas tendo como referência três fatores, o tipo de material, a quantidade de sujeira e as suas cores.

              3.Deixar de molho, pode?
                Não há restrições quanto a deixar de molho, esse procedimento pode ser feito sem problemas, porém nesse caso é preciso escolher produtos adequados, isso vai depender do tipo de sujeira, ou mancha, da peça. O tempo médio de molho pode ser de uma hora, caso a roupa íntima esteja muito suja, ela pode ficar a noite inteira, mas é recomendado trocar a água.

                    4.Lavando no chuveiro
                      Lavar a roupa íntima no chuveiro é permitido, a água quente limpa imediatamente, o recomendado é usar os produtos específicos de limpeza, coloque um recipiente no banheiro e deixe a calcinha de molho com esse produto no início do banho, e retire ao final.
                        5.Peças encardidas
                        Um dos grandes problemas da roupa íntima branca são as manchas que deixam as peças encardidas, uma boa alternativa é usar produtos que tem o cloro em sua fórmula, como a água sanitária, ela também é usada para desodorizar a peça. Outros produtos indicados nesse caso são aqueles à base de oxigênio, ou até mesmo o Anil, que neutraliza o amarelo.

                        mulheres-que-bebem-cha-verde-tem-risco



                        Mulheres mais velhas que bebem regularmente chá verde podem ter menos riscos de desenvolver câncer de cólon, estômago e garganta do que as mulheres que não o fazem, de acordo com um estudo canadense que acompanhou milhares de mulheres chinesas por mais de uma década.
                        Os pesquisadores, cujo relatório foi publicado no "American Journal of Clinical Nutrition", constataram que das mais de 69.000 mulheres, aquelas que bebiam chá verde pelo menos três vezes por semana tinham 14% menos probabilidade de desenvolver um câncer do sistema digestivo.
                        Estudos anteriores obtiveram conclusões conflitantes sobre o menor risco de câncer dos consumidores de chá verde. "Neste grande estudo de grupo prospectivo, o consumo de chá foi associado a um risco reduzido de câncer colorretal e de estômago/esôfago em mulheres chinesas", escreveu o líder do estudo Wei Zheng, que lidera o setor de epidemiologia na Vanderbilt University School of Medicine, em Nashville, e seus colegas.
                        Ninguém pode dizer se o chá verde em si é a razão, uma vez que os amantes do chá verde muitas vezes são mais preocupados com a saúde em geral. Mas o estudo tentou levar isso em conta, disse Zheng.

                        Perfil das pesquisadas
                        Nenhuma das mulheres fumava ou bebia álcool regularmente, e os pesquisadores também coletaram informações sobre suas dietas, hábitos de exercício, peso e histórico médico.

                        Ainda assim, mesmo com todas essas coisas contabilizadas, os hábitos de consumo de chá das mulheres permaneceram ligados a seus riscos de câncer, observou Zheng -- embora este tipo de estudo não possa comprovar causa e efeito.
                        Poucos estudos clínicos avaliaram se o chá verde pode reduzir os riscos de câncer, e os resultados têm sido inconsistentes, de acordo com o Instituto Nacional do Câncer.
                        Há "fortes indícios" de pesquisa de laboratório --em animais e em células humanas-- de que o chá verde tem potencial para combater o câncer, escreveu a equipe de Zheng.
                        Para o estudo, Zheng e seus colegas usaram dados de um estudo de saúde de longa duração de mais de 69.000 mulheres chinesas de meia-idade e mais velhas. Mais de 19.000 foram consideradas consumidoras regulares de chá verde, bebendo mais de três vezes por semana.
                        Resultados
                        Ao longo de 11 anos, 1.255 mulheres desenvolveram câncer do sistema digestivo. Em geral, os riscos eram um pouco mais baixos quando uma mulher bebia chá verde com frequência e durante muito tempo.

                        Por exemplo, mulheres que disseram que bebiam regularmente chá verde por pelo menos 20 anos tinham 27% menos probabilidade de desenvolver qualquer tipo de câncer do sistema digestivo do que as que não consumiam. E elas tinham 29% menos probabilidade de desenvolver câncer colorretal.
                        O chá verde contém certas substâncias antioxidantes, particularmente um composto conhecido como EGCG, que podem evitar o dano das células do corpo, que poderia levar ao câncer e outras doenças.
                        Nada disso prova que as pessoas devem começar a beber chá verde para impedir o câncer. As mulheres que bebiam uma grande quantidade de chá verde no estudo também eram mais jovens, comiam mais frutas, legumes e vegetais, exercitavam-se mais e tinham emprego de renda mais alta. Os pesquisadores fizeram ajustes para essas diferenças, mas, escreveram, é impossível considerar perfeitamente tudo.

                        Anvisa faz recomendação sobre uso de substância injetável
                        A Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) suspendeu em 8 de outubro o comércio e a divulgação de produtos injetáveis feitos à base de extratos vegetais sem sua aprovação. A resolução cita especificamente o uso de injeções contendo chá verde, voltadas para tratamento estético para emagrecimento.

                        A medida determina a "suspensão da fabricação, manipulação, distribuição, comércio, divulgação, administração e uso de quaisquer medicamentos de administração parenteral à base de extratos vegetais isolados ou em associação com outras substâncias vegetais ou sintéticas, para os quais não existam estudos de segurança e eficácia avaliados e aprovados pela agência para essa finalidade".

                        Não há qualquer vedação ao uso e venda de medicamentos fitoterápicos de via oral que contenham chá verde e possuam registro na Anvisa. Já o produto chá verde é dispensado de registro e pode ser utilizado normalmente.



                        cores de calcinha

                        O significado das cores das calcinhas 

                        Significado das cores:
                        Branco Paz e pureza,br. Preto Sofisticação e luxo, e também dizem que "fecha o corpo"! Ou seja, você entra no ano neutra, proteção completa.
                        Vermelho Paixão, Realização sexual. Também atrai elegância e requinte na vida amorosa


                        Verde Saúde e Vigor, juventude, frescor. Alguns dizem que também traz esperança
                        Amarelo Prosperidade em todos os níveis, riqueza, realização financeira
                        Laranja Coloca a vida em movimento e traz espontaneidade

                        Azul Tranquilidade, Paz e clareza mental. Dizem que para quem quer emagrecer , essa é a cor ideal para fazer o pedido! Porque baixa a ansiedade.,br> Roxo Prosperidade e nobreza de espírito
                        Lilás Espiritualidade e transmutação : Transformando as energias negativas em positivas Rosa Para ter sorte no amor . Atrai beleza, sensualidade e romantismo
                        Salmão Felicidade e harmonia,
                        Prata Sorte noTrabalho, Novidades positivas, Traz criatividade, inovação!!
                        Dourado Luxo, Poder e Riqueza!

                        Guia do pré-natal - lista de exames




                        Para as grávidas e futuras mamães, essa é a lista de exames que monitoram a gestação e o desenvolvimento do bebê e deve ser seguida por todas. Além destes, em cada visita ao médico, também são observados peso, pressão arterial e altura do útero.

                        Mês 1 - Tipagem de sangue ABO e Rh; hemograma; e testes para diabetes, sífilis, toxoplasmose, citomegalovirus, rubéola, hepatites, herpes, HIV 1 e 2, e urina.

                        Mês 2 - Ultrassonografia transvaginal – Feita bem no início da gestação, entre a 6ª e a 8ª semana, verifica a possibilidade de gestação múltipla e se o embrião está bem implantado no útero. É a melhor ultrassonografia para estabelecer idade gestacional.

                        Mês 3 - Ultrassom – Feito entre a 11ª a 13ª semana para investigação de marcadores que sinalizem para alterações genéticas, tais como translucência nucal, osso nasal e ducto venoso.

                        Mês 4 – Amniocentese e biópsia de vilocorial – Podem ser indicados para gestantes acima dos 35 anos, ou que tenham histórico familiar de doenças cromossômicas.

                        Mês 5 – Ultrassom morfológico – Com ele é possível visualizar o feto detalhadamente; ecocardiografia fetal – Para investigação de problemas cardíacos congênitos.

                        Mês 6 – Exame de sobrecarga de glicose (GPD) – Exame solicitado para avaliar a presença de diabetes gestacional; ultrassom com Doppler – acompanhamento do crescimento e desenvolvimento fetal, assim como da função da placenta.

                        Meses 7 e 8 - Ultrassonografia – Exame rotineiro, para estimar o peso do bebê, verificar a quantidade de líquido amniótico e o funcionamento da placenta.

                        Mês 9 – Ultrassonografia – Último exame realizado (normalmente entre a 36ª e a 39ª semanas), para estimar o peso do bebê, a quantidade de líquido amniótico e o funcionamento da placenta, assim como para avaliar o posicionamento do bebê. Pode ser feita junto com a cardiotocografia basal, formando o que os especialistas chamam de perfil biofísico fetal, capaz de avaliar o bem-estar do bebê dentro do útero.

                        Por Dr. Humberto Tindó
                        Coordenador de Ginecologia e Obstetrícia do Hospital Quinta D'Orr
                        Reprodução

                        Dicas de Como Combinar suas Roupas


                        Quem nunca ficou em dúvida sobre que roupa comprar? Ou então diante de um armário cheio, exclamou que não tinha o que vestir? Nem sempre escolher um look que combine com você e com a ocasião em que irá é uma tarefa fácil. Mas algumas atitudes simples podem ajudá-la tanto no dia a dia quanto em eventos especiais. E quem dá as dicas é Arlindo Grund, especialista em repaginar o visual das mulheres.
                        Cores
                        Nem só de tons sóbrios são feitas as peças de inverno. Usar cores fortes nas estações frias é tendência.
                        Truque:
                         “o verde-cítrico, o pink ou azul turquesa se misturam a tons terrosos e formam uma linda combinação. Mais alegre que essas cores quase impossível”.



                        Reutilizáveis
                        Sim, é possível adaptar roupas do verão em combinações quentinhas para essa época do ano.
                        Truque:
                         “uma camiseta de algodão ganha bossa com um blazer de lã e um cachecol de tricô”.
                        Cinturinha
                        Use a moda a seu favor para esconder aquela barriguinha indesejável. A forma mais básica de se fazer isso é criar duas linhas verticais no centro do corpo.
                        Truque:
                         “você consegue esse efeito com sobreposição de camisa e blazer, ou casacos com abotoamento duplo”.
                        Disfarce
                        Se o problema são quadris largos, também dá para disfarçá-los com roupas adequadas.
                        Truque:
                         “a dica é usar tons escuros nos quadris e chamar atenção para a parte de cima do corpo, tirando a área que quer esconder do foco”.
                        Em Alta
                        Alguns itens que podem cair de moda são tão lindos que é difícil resistir. Entre eles estão o maxi-colar e o macacão.
                        Truque
                        : “para o inverno o macacão parece ser a peça-chave mais forte. Ela aparece em várias modelagens e tecidos. Então veja qual cai melhor em seu corpo e arrase. Para usar os acessórios da moda, que são o maxi, opte por produções mais calmas e, para seguir uma tendência, pode ser monocromática”.




                        Acessórios
                        Se você tem um estilo mais básico, uma boa opção para ficar na moda é optar pelos acessórios. Cachecóis, chapéus e boinas, além de esquentarem, são ótimas opções para deixar você ainda mais elegante.
                        Truque:
                         “o que vale é o bom senso. Se você tem pescoço curto e quer usar cachecol, crie uma gola V e deixe-o mais solto”.
                        Investimentos
                        As roupas e sapatos de inverno, em geral, costumam ser mais caros. Então, se estiver em dúvida sobre o que adquirir, opte por peças atemporais, que podem ser usadas por muitos anos.
                        Truque:
                         “um bom casaco de lã, um blazer, uma jaqueta de couro ou um par de botas de montaria vale a pena”.

                        Pílula anticoncepcional – mitos e verdades





                        Baseada na administração de hormônios, a pílula diária e outros métodos anticoncepcionais similares atuam “enganando” o organismo, simulando uma gravidez. Dessa forma, os ovários não produzem óvulos e a mulher pode evitar a concepção por um determinado período de tempo. Mas essa quantidade extra de hormônios é motivo de preocupação para muitas delas e, como percebo no consultório, ainda existem muitas dúvidas e confusões envolvendo seu uso.

                        Hoje, os métodos hormonais podem ser encontrados nas mais diversas formas - pílula, anel vaginal, adesivo, injeção. Com dosagens cada vez menores e sem prejudicar sua eficácia, os produtos disponíveis atualmente produzem efeitos colaterais menores e, com isso, a tendência natural foi que a procura por eles aumentasse.

                        Porém, muitas histórias ainda são inventadas sobre esses métodos anticoncepcionais. O primeiro mito a se desmascarar: não é preciso descansar por um espaço de tempo depois de seis meses, ou um ano, de pílula. Isso é até contra-indicado do ponto de vista fisiológico. Outro, é o de que pílula anticoncepcional pode gerar infertilidade. Após a interrupção dos métodos hormonais, os ciclos ovarianos voltam a assumir o seu antigo padrão cíclico normal. É possível, contudo, que sejam necessários três meses, em média, para que este retorno aconteça.

                        A verdade é que podem existir, sim, efeitos colaterais, bastante conhecidos das mulheres. Os principais são as cefaléias enxaquecóides, os enjôos, o ganho de peso, a diminuição da libido, a dor na mama, o inchaço e o surgimento de microvarizes. A boa notícia é que com os anticoncepcionais atuais, de baixa dosagem hormonal, os tais efeitos são bem mais raros.

                        Saiba que o anticoncepcional hormonal não atrapalha a vida fértil e pode ser usado até a menopausa. Vale ressaltar também não só a importância dos métodos que previnem a gravidez, mas também as doenças sexualmente transmissíveis (DST), que a cada dia ameaçam mais homens e mulheres. Por isso, camisinha sempre!

                        E atenção: alguns remédios como ansiolíticos, antiepiléticos, antidepressivos e alguns antibióticos podem diminuir a eficácia dos métodos hormonais. Consulte sempre um especialista antes de optar por qualquer tipo de método contraceptivo hormonal.

                        Por Dr. Humberto Tindó
                        Chefe do Serviço de Ginecologia e Obstetrícia do Hospital Quinta D'O


                        Opções de tratamento para miomas que buscam preservar a fertilidade





                        Trecho de matéria publicada na revista Sua Saúde, da Rede D'Or.

                        Miomectomia

                        A miomectomia consiste na retirada cirúrgica dos miomas uterinos com reconstrução e preservação do útero. Ela pode ser realizada de três maneiras diferentes. A mais tradicional é a miomectomia por laparotomia, feita por meio de uma incisão abdominal, na maioria das vezes similar a uma incisão de uma cesariana. Já a miomectomia por laparoscopia é realizada através de pequenas incisões na parede abdominal, sendo todo o procedimento monitorado por microcâmeras. A miomectomia por vídeo-histeroscopia é realizada de forma semelhante ao exame de vídeo-histeroscopia diagnóstica. No entanto, como se trata de cirurgia, com a realização de cortes no tecido do mioma, o procedimento é realizado sob anestesia e em ambiente hospitalar.

                        Por ser o tratamento conservador mais antigo, a miomectomia é a principal indicação de grande parte dos especialistas. De acordo com o Dr. Zelaquett, a técnica está extremamente desenvolvida, mas algumas ressalvas devem ser feitas para aquelas pacientes que desejam engravidar: “as miomectomias podem ameaçar a fertilidade, pois aumentam a incidência de aderências intra-abdominais e o risco de hemorragia intraoperatória, com consequente chance de ser preciso recorrer à histerectomia para contenção da hemorragia; além de que as miomectomias por laparotomia e laparoscopia, quando não realizadas com suturas uterinas adequadas, também apresentam risco de ruptura do útero em grávidas, devido à fragilidade que causam à parede uterina”, alerta.

                        Embolização

                        Surgida na década de 90, a embolização dos miomas uterinos é um procedimento minimamente invasivo que consiste na interrupção do fluxo sanguíneo que nutre o mioma. Ela é realizada por meio do cateterismo da artéria uterina e injeção de microesferas que se alojam especificamente nas artérias que nutrem os miomas. O cateter é introduzido por um pequeno furo na virilha, sem cortes, e é levado até as artérias que nutrem os miomas, com o auxílio de um equipamento de radiologia intervencionista.

                        Após a interrupção do fluxo sanguíneo, o mioma inicia um processo de degeneração lento e gradual. Esta degeneração é responsável pela redução dos sintomas causados pelos miomas, principalmente os hemorrágicos, e pela redução de até 70% do seu volume, reduzindo também os sintomas compressivos.

                        Na embolização dos miomas uterinos, o risco de aderências e de hemorragias é praticamente inexistente. Mas o ginecologista lembra que esse procedimento tem se mostrado uma opção somente quando os riscos apresentados pela miomectomia são bastante elevados: “a embolização sempre confere algum risco, ainda que muito pequeno, de comprometimento do endométrio (camada mais interna do útero) e dos ovários”, diz o Dr, Michel.

                        ExAblate

                        O ExAblate, trata os miomas de forma não invasiva. A técnica consiste no acoplamento de duas tecnologias: a ressonância magnética e o ultrassom de alta energia, para necrosar o tecido do mioma pelo calor. A ressonância magnética define o alvo, controla e monitoriza em tempo real o procedimento e o ultrassom emite ondas de alta energia focalizadas no alvo, o que leva à inativação do tecido do mioma (ablação), sem cortes. A grande vantagem deste tratamento está em possuir um índice baixíssimo de complicações.

                        No caso do tratamento com ExAblate em mulheres que ainda desejam engravidar, o Dr. Zelaquett ressalta que a indicação deve ser cuidadosamente avaliada. Apesar de já existirem inúmeros episódios de gravidez em todo o mundo, o procedimento só deve ser realizado quando os riscos da cirurgia de miomectomia superam seus benefícios. “Apesar de ter eficácia reconhecida, por ser um dispositivo relativamente novo, ainda não temos bases estatísticas para compará-lo aos demais tratamentos. O médico ressalta, contudo, que evidências têm sugerido que, muito em breve, a ablação dos miomas por ultrassom focalizado poderá ser eleita como mais uma alternativa para o tratamento dos miomas em mulheres que desejam engravidar.

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